Efapel planeia contratar 35 «jovens talentos»

28 04 2010

A empresa nacional de equipamento eléctrico sediada em Serpins (Lousã, Coimbra) anunciou planos para contratar 35 novos trabalhadores para a sua fábrica, mediante um programa de formação profissional de recém-licenciados.

Esta procura por «novos talentos» baseia-se num perfil que se enquadre em duas áreas: Comercial e Inovação e Desenvolvimento do Produto, do Processo e da Produção, Para esta última, a Efapel quer contratar quatro engenheiros recém-licenciados.

A política de recursos humanos da empresa liderada por Américo Duarte (na foto) passa por «apostar fortemente no investimento do capital humano», cuja valorização «contribui decisivamente para o crescimento da Efapel». Estão, deste modo, previstos investimentos na ordem dos 60 mil euros, em 2010 na área dos recursos humanos. Os cursos a ministrar, num total de quatro mil horas de formação, abrangerão áreas como higiene, segurança e ambiente, comportamental, TIC e línguas estrangeiras.

Em 2009, a Efapel integrou 14 novos colaboradores, cinco dos quais no âmbito deste programa de formação e estágio profissional, que nos últimos anos trouxe para a empresa «dezenas de jovens recém-licenciados de várias áreas de formação».

Os interessados podem contactar a Efapel, recorrendo às vias disponíveis no site da empresa.





Produtos Bachmann passam a ser distribuídos pela DNL

30 03 2010

A DNL (distribuidora de material eléctrico) obteve um acordo com a empresa alemã Bachmann para a comercialização dos seus produtos: sistemas para electrificação de postos de trabalho, componentes para quadros eléctricos, blocos de tomadas de corrente múltiplos e enroladores de gama profissional.

Esta representação está activa desde 1 de Março. Para mais informações contacte a DNL pelo e-mail info@duarteneves.pt ou pelo telefone 219 668 100.





Efapel planeia crescer em 2010 e investir 16 milhões de euros

12 02 2010

A Efapel terminou o ano de 2009 com uma facturação de 24,9 milhões de euros, o que representou um «crescimento de dez por cento face a 2008». Ainda assim, este valor ficou abaixo do registado em anos anteriores «devido à forte contracção da actividade da construção, em Portugal e noutros países europeus».

Ainda assim, a empresa tem bons motivos para recordar 2009, uma vez que «aumentou a sua quota de mercado em Portugal». Para 2010, a Efapel prevê um novo crescimento de dez por cento, o que vai acontecer «graças à consolidação dos seus negócios nos mercados onde está já presente».

Para reforçar esta previsão, vão ser investidos 16 milhões de euros até 2011, nove dos quais serão aplicados na nova unidade fabril que está a ser construída junto das suas instalações centrais, também em Serpins (Coimbra). Em 2012 é também intenção da empresa partir para a construção da quinta fábrica em Portugal.

Na lista de projectos da Efapel está ainda a abertura de uma delegação em Espanha, o investimento de 700 mil euros em investigação e desenvolvimento e a contratação de treze novos colaboradores.

Refira-se que o montante a investir pela empresa até 2011 é mais de metade do valor aplicado na última década: 22,5 milhões de euros.

O grupo continua, assim, a registar um assinalável crescimento, depois de na última década ter aumentado em 201% os seus negócios. Ainda no balanço dos últimos dez anos, saliente-se a significativa expansão internacional, para mais de 35 países, e ainda a notoriedade que a marca alcançou, nomeadamente através de investimentos publicitários. No mesmo período, foram realizados quase 22,5 milhões de euros.





Rexel em crescimento

13 11 2009
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Carlos Teles, director geral da Rexel, traçou o perfil da empresa à Mercado Eléctrico

Actualmente presente em 34 países divididos por quatro continentes diferentes, a Rexel afirma-se hoje como uma das maiores empresas na distribuição profissional de material eléctrico. A sua oferta de produtos conta já com mais de um milhão de referências, que geram um volume de vendas de 13,7 mil milhões de euros.

Presente em Portugal há já 24 anos, onde conta com uma rede comercial de 18 agências e 200 colaboradores, a subsidiária portuguesa parece recusar embarcar no barco da crise. «A Rexel esteve alguns anos à procura de uma cultura própria, uma forma única de estar no negócio», afirma Carlos Teles, director-geral.

Como apresentaria a Rexel a quem não conhece a empresa? Qual é a vossa área de negócio?
Somos, acima de tudo, um distribuidor de material eléctrico. Fornecemos ao mercado todos os produtos das principais marcas, sustentado num serviço forte de entrega em todo o País.

Tentamos não ser apenas um armazém de material electrico, mas sim uma empresa que gera valor acrescentado na cadeia de fornecimento. Sabemos que dentro do sector, temos que ser uma empresa atractiva a montante e jusante, tal facto motiva-nos a investir no nosso serviço logístico, no desenvolvimento da nossa oferta e em todos os serviços de apoio ao desenvolvimento do cliente.

Um dos principais consumidores de material eléctrico, a construção civil, está a ser fortemente afectada pela crise económica global. Como está a Rexel a evitar esta conjuntura desfavorável?
O nosso principal cliente é o instalador de material eléctrico que trabalha também para a área da construção civil. Por conseguinte, tanto os nossos clientes como nós, somos prejudicados pela recessão actual. Se trabalharmos em conjunto ficamos com a responsabilidade de dar a nossa contribuição para superarmos esta crise.

Para os ajudar temos que, por um lado, ser mais eficazes contribuíndo para a redução dos seus custos operacionais com um serviço e uma oferta que lhes permita um melhor planeamento da sua actividade e, por outro, estar sempre na vanguarda tecnológica do mercado, ajudando os nossos clientes a actuar nos mercados emergentes que sistematicamente vão surgindo. A recuperação do sector não é uma batalha individual mas algo que se conquistará com a contribuição de todos os “players”.

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A Rexel aposta numa política de proximidade como vantagem competitiva?
Apesar de o mercado português ser pequeno, existem características diferentes de região para região. O que temos tentado fazer durante estes últimos anos é criar, regionalmente, a capacidade de abordar o mercado de uma forma personalizada, mas com o serviço que só uma grande empresa como nós pode oferecer.

Daí a aposta numa política de proximidade, através da nossa rede comercial de 18 agências. No entanto não ficamos por aí. A nossa vantagem competitiva vai mais além do que isso.

Como por exemplo?
Temos uma política de desenvolvimento do próprio cliente para sustentação do seu modelo de negócio. Iniciámos em Setembro de 2008 uma oferta de formação, que conta já com 300 clientes inscritos, onde fornecemos um know-how acrescido e permitimos que eles entrem em outro tipo de negócios, tais como, domótica, videovigilância, networking, automação, entre outros.

Outra vantagem que a nossa empresa oferece é de estarmos constantemente a desenvolver o nosso serviço de entregas de maneira a que ele seja competitivo. Asseguramos a entrega no dia seguinte em todo o País dos produtos encomendados nas nossas instalações até às 18 horas do próprio dia.

Estamos a preparar, também, a criação de um serviço de entregas expresso que permita entregar os produtos no próprio dia, serviços estes sustentados num stock de 9 milhões de euros que assegura as necessidades imediatas de qualquer cliente.

A Rexel tem apostado no e-commerce da empresa. As vantagens do vosso serviço on-line têm conquistado os vossos clientes?
Não é fácil. O mercado português é relativamente conservador e muito relacional e demorará algum tempo até criarmos o hábito da utilização desta ferramenta por parte dos nossos clientes. O e-commerce por si só não é ainda um sucesso.

Agora, a aposta na ligação digital entre nós e os nossos clientes é uma aposta imediata que se pode tornar no futuro numa enorme vantagem para toda a cadeia. Estamos determinados em criar a máxima clareza e eficácia possível, entre aquela que é a necessidade do cliente e a entrega do produto.

Dotámos toda a nossa rede de vendas externa de ligação on-line ao nosso sistema informático, o que permite à força de vendas, dentro da casa do cliente, fazer as suas próprias encomendas e consultar todo o estado das mesmas e da própria conta do cliente.
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A Rexel em Portugal iniciou este ano a sua actividade nas energias renováveis. Porquê só agora?
Tem a ver com a oferta disponível. O grupo já tinha encetado algumas demarches para desenvolver este tipo de negócio no estrangeiro, nomeadamente em França.

Em Portugal estivemos a constituir uma oferta e a trabalhar o mercado. O nosso País também arrancou um pouco mais tarde em comparação com outros: casos da Bélgica e outros países do centro da Europa, que foram mais proactivos neste sentido.

Inicia-se agora um processo da nossa parte de comunicação ao mercado desta nossa nova área de negócio que será de certeza mais uma oportunidade de desenvolvimento para os nossos clientes.