20 medidas energéticas para desenvolver o País, segundo o Governo

30 03 2010

1
Confirmar a posição de Portugal entre os cinco líderes europeus ao nível dos objectivos em matéria de energias renováveis em 2020. O Governo quer ainda actualizar e racionalizar toda a legislação do sector das renováveis, integrando-a num só diploma.


2 Assegurar a duplicação da capacidade de produção de energia eléctrica até 2020, eliminando importações (actualmente cerca de 20 por cento do consumo), desactivando as centrais mais poluentes e acomodando o aumento de procura.

3
Aterros e instalações pecuárias a partir de determinada dimensão, têm de ser alvo de projectos para analisar a viabilidade de instalação de sistemas para fazer aproveitamento energético.

4
Continuar a promover a concorrência dos mercados da energia e a transparência dos preços (electricidade, gás natural, combustíveis), designadamente no quadro do MIBEL e do MIBGÁS.


5 O Governo quer criar condições para que Portugal e a Península Ibérica possam ser uma “porta de entrada” de gás para abastecimento da Europa. Para isso, está em cima da mesa a discussão de uma infra-estrutura estratégica de armazenamento de gás natural com capacidade superior a mil milhões de metros cúbicos.

6
Terminar, a prazo, com a comercialização de lâmpadas incandescentes de baixa eficiência energética.

7
A rede inteligente de distribuição de electricidade vai ter de cobrir 50 por cento dos consumidores nacionais até 2015 e 80 por cento até 2020.


8 Avançar com uma nova fileira na área da geotermia (250MW) até 2020 e valorizar o Centro de Biomassa para a Energia, acrescentando a sua vertente de observatório nacional e envolvendo as empresas do sector na sua gestão.

9
Continuar a produzir torres eólicas e sistemas de gestão dos parques correspondentes, bem como cabos de alta tensão e transformadores de última geração. Além da energia do vento, é também obrigatório reforçar a capacidade de produção no solar térmico e fotovoltaico, promover engenharia e fomentar a construção de barragens. Aliado é isto, o Governo quer criar fileiras industriais e de investigação e desenvolvimento nestas áreas.

10
Está previsto consolidar a aposta na energia eólica, com o aumento para 8500MW até 2020, incluindo o mapeamento e aproveitamento de áreas marítimas com potencial de exploração eólica off-shore e a produção por minieólicas.

11
No que respeita à energia hídrica, o Governo quer assegurar a implementação do Plano Nacional de Barragens e a identificação de possíveis aumentos de potência em empreendimentos já existentes. Criar um novo plano nacional para o desenvolvimento de mini-hídricas, com o objectivo de aumentar em 50 por cento a capacidade actual (hoje cerca de 500MW), maximizar a ligação entre a energia hídrica em barragens reversíveis e a exploração articulada com a energia eólica, está também na agenda de S. Bento.

12
Até 2020, multiplicar por dez a meta actual de energia solar (de 150 para 1500 MW), através de uma política integrada para as diferentes tecnologias do solar (fotovoltaico, solar térmico, CSP, filmes finos), com base num modelo de desenvolvimento da respectiva fileira industrial.


13 Tornar obrigatório que todos os novos edifícios construídos em Portugal tenham a classificação energética mínima de B e incentivar os cidadãos à efectiva melhoria do comportamento energético das suas habitações.

14
Prosseguir a certificação energética dos edifícios públicos e a correcção ou alteração daqueles que se revelarem muito ineficientes ou desperdiçadores de energia.

15
Lançar um amplo programa de microgeração em equipamentos públicos, como escolas, centros de saúde, quartéis, etc e simplificar os processos e procedimentos associados a este modelo de produção, facilitando a adesão dos cidadãos, empresas e entidades do terceiro sector.

16
Para Sócrates, Portugal tem de se estabelecer na fronteira tecnológica na área das renováveis, nomeadamente em tecnologias para apoiar o lançamento de redes de automóveis alimentados por baterias de ião de lítio laminadas, assentes numa rede inteligente de distribuição.

17
Garantir a criação de uma rede piloto para a mobilidade eléctrica em Portugal, que assegure uma cobertura adequada para o lançamento deste modelo, e criar um enquadramento regulamentar para a introdução e operação de pontos de carregamento em edifícios novos e existentes. Isto servirá de incentivo a que os particulares incluam postos semelhantes nas suas habitações.


18 Assegurar, até 2015, que 50 por cento dos veículos comprados pelo Estado sejam híbridos ou eléctricos e que, até 2020, 750 mil dos veículos em circulação sejam veículos híbridos ou eléctricos.

19
Manter o programa de incentivos ao abate de veículos em fim de vida e reforçá-lo com um incentivo de cinco mil euros, para os particulares, e com um benefício de 50 por cento em sede de IRC, para as empresas, no caso de serem adquiridos veículos eléctricos.

20
Reafirmar as metas nacionais de antecipação do cumprimento da meta europeia de incorporação de biocombustíveis, estabelecida para 2020, e impulsionar a conversão de veículos para GPL ou gás natural.





Cisco actualiza gama de switches, com destaque para a eficiência energética

30 03 2010

Para «ajudar os clientes a acelerar o crescimento do seu negócio», a Cisco anuncia o lançamento do Borderless Access, uma solução que inclui «produtos e inovações ao nível do serviço» baseados em «comunicações wire-wireless contínuas, gestão sofisticada de energia de negócios de grande escala, e a entrega optimizada de aplicações de vídeo».

Como parte integrante desta arquitectura, a empresa disponibilizou uma série completa de novas linhas de produtos de fixed-switching: Cisco Catalyst 3560/3750-X Series e 2960-S Series. Segundo a marca, estes «fornecem um conjunto abrangente de novas ofertas de srviços profissionais, preços de entrada flexíveis, preços acessiveis, e uma garantia vitalícia limitada». Além da linha de switching, a Cisco anuncia ainda a maior inovação em routing nas áreas de segurança avançada e desempenho.

Solução EnergyWise
Esta tecnologia da Cisco presente nos equipamentos apresentados ajuda os clientes a «controlar o consumo de energia de forma proactiva e a baixarem os custos operacionais e as emissões de carbono». A Cisco anunciou a próxima versão desta tecnologia premiada, com o Cisco EnergyWise Orchestrator, que alarga a gestão de energia a PC e a computadores portáteis como equipamentos adicionais aos dispositivos de Power over Ethernet (PoE). A Cisco lançou ainda o EnergyWise SDK, disponível através do Cisco Developer Network, que permite a terceiros implementar o EnergyWise nos seus produtos.

Cisco Catalyst 3750-X e 3560-X
Estes switches empresariais stackable e autónomos chegam aos 10Gbps (via ethernet), PoE+ completo em todos as portas e um módulo uplink inteligente e flexível. Além disso, a empresa introduziu aqui o Cisco StackPower, uma inovação na indústria, tecnologia power-interconnect que traz uma «eficácia a nível energético sem precedentes» para um conjunto de switches Catalyst 3750-X Series.

Com o Cisco StackPower, a energia é fornecida a um conjunto de até quatro switches. No caso de falhar a energia, esta é mantida para aplicações de negócio críticas enquanto espalha energia para dispositivos de menor prioridade tal como definido pelo utilizador. «Uma fonte de alimentação única de 1100W pode fornecer energia a quatro switches e aos terminais críticos a eles anexados, garantindo a continuidade do trabalho», garante a Cisco. Os switches Catalyst 3750-X e 3560-X Series são também fornecidos com um conjunto de ferramentas e capacidades que permitem uma implementação zero-touch e instalação numa rede sem fronteiras

Cisco Catalyst 2960-S
Com a introdução do Cisco Catalyst 2960-S Series Switch, existem ainda «mais opções de acesso e desempenho» que anteriormente, com soluções de pacotes e preços que respondem às necessidades dos clientes como «escalabilidade, resiliência, e segurança». O Catalyst 2960-S fornece FlexStack stacking para maior disponibilidade e desempenho, 10GE uplinks, PoE completo em todas as portas e suporte PoE+, e as capacidades completas do Cisco EnergyWise. Além disso, a plataforma 2960-S tem sido bastante optimizada, resultando em cerca de 50 por cento de economia de energia.





Medidas de eficiência energética atribuem “medalhas” da ouro e prata à AREANATejo

23 02 2010

A AREANATejo foi distinguida com dois prémios durante o evento Galardões Rede Climática, uma niciativa promovida pela APEA (Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente) e que integra o projecto ‘Eventos Sobre Energia e Alterações Climáticas’, financiado pela Comissão Europeia através do Centro de Informação Europeia Jacques Delors.

Os prémios Galardão de Ouro e Galardão de Prata foram atribuídos na categoria ‘Autoridade Regional’ e distinguiram duas iniciativas da AREANATejo: o Projecto ILUPub e a Medida RePECEE.

O ILUPub tem como objectivo a «melhoria da eficiência energética na iluminação pública» e «fomentar uma iluminação eficiente e adequada às vias». A ideia da AREANATejo passa por promover um «ponto de equilíbrio entre os níveis de iluminação necessários e o máximo de economia, de modo a reduzir o consumo de energia eléctrica e as emissões de dióxido de carbono associadas.

Os principais elementos inovadores do Projecto ILUPub identificados pelo júri foram a georeferênciação recorrendo ao ngMobile e o Geoportal ILUPub.

Já a Medida RePECEE (Rede de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica) visa «incentivar uma maior eficiência no consumo de energia eléctrica ao nível dos segmentos da indústria, do comércio e residencial», mediante a disponibilização de uma plataforma partilhada (Atlas da Energia, Plataforma Colaborativa e web-market-place).

Isto vai permitir que, entre outros aspectos, se facilitem os« processos de interacção entre os consumidores e as Agências de Energia», tornando «mais eficiente» o papel destas na» prestação de serviços de promoção do consumo eficiente de energia eléctrica».

A AREANATejo quer também, com a RePECEE, «disponibilizar conteúdos e funcionalidades relevantes para a promoção de um consumo eficiente de energia eléctrica a um número alargado de consumidores e dinamizar o mercado destes serviços nas suas respectivas áreas de actuação».





Hager tem nova imagem

22 02 2010


A empresa de material eléctrico apresentou uma nova imagem, fruto da mudança de identidade visual e logótipo, e que é vista pelo seus responsáveis como um «momento decisivo» na história da Hager – Sistemas Eléctricos Modulares, S.A.

O que muda também é a forma como aparecem as antigas marcas Flash, Logisty, Tehalit, Ashley, Klik, Polo, Weber e STS. A partir de agora passam a ser nomes de produtos e já não usam o logótipo de cada uma delas.

«Após a mudança de geração na empresa e o lançamento do Hager Group em Outubro de 2008, o nascimento da nova marca Hager constitui um novo fôlego neste percurso: responsabilidade, transparência, abordagem ao mercado voltada para o futuro, e uma ambição levada a cabo por uma só marca», sublinham os responsáveis desta empresa.

Contudo, a mudança de imagem não implicou uma mudança do core business da Hager. A empresa continua a ter uma oferta baseada em soluções para a distribuição de energia, de aparelhagem mural e automatismos, calhas técnicas e um portfólio de serviços.

A explicação do novo logótipo
Segundo a Hager, esta imagem representa «continuidade e não ruptura», uma vez que a cor azul e a tipografia são idênticas. Isto é uma forma de «preservar os fundamentos» da empresa.

A novidade são os dois pontos cor de laranja, que servem para «reforçar o impacto da marca», acrescentando-lhe «frescura», o que proporciona «brilho e força». Este elemento gráfico introduz também uma explicação: «’2 pontos Hager’ é a resposta a todas as perguntas relativas a instalações eléctricas», esclarece a empresa.





Fluke lança novos equipamentos e passa a ter outro distribuidor

18 02 2010

À direita o novo Fluke 233 e à esquerda um dos modelos 27 II/28 II.

A Fluke anunciou a disponibilidade no mercado português de três novos multímetros digitais: 233 True-RMS, 27 II e 28 II.

O primeiro inclui um ecrã que funciona remotamente e que oferece «a máxima flexibilidade em cenários de medição difíceis». Assim, a Fluke lembra que «acabaram as acrobacias com cabos e com o medidor ao tentar alcançar locais apertado», uma vez que já se podem fazer medições em locais de difícil acesso, onde as máquinas ou os painéis se encontrem fisicamente separados de um interruptor limitador ou isolador, ou em áreas onde o utilizador não pode aceder, como é o caso de compartimentos vazios ou zonas perigosas.

Já os Fluke 27 II e 28 II estabelecem, segundo a marca, «um novo padrão de funcionamento em condições de trabalho difíceis», com funcionalidades e a precisão necessárias para detectar a maioria dos problemas eléctricos.

Ambos os modelos têm classificação IP 67 (resistência ao pó e à água), aprovações MSHA (pendentes), uma gama de temperatura de funcionamento maior, de -15 °C a +55 °C (5 °F a 131 °F, -40 °C até 20 minutos) e 95 por cento de humidade, e foram concebidos e testados para resistir a uma queda de três metros (dez pés).

A Fluke passa também a contar com um novo distribuidor técnico, a Bresimar Automação: «Reforçando a sua aposta no sector energético industrial a Bresimar estabeleceu parceira com a Fluke e é agora o novo distribuidor técnico para Portugal». A empresa de Aveiro, liderada por Carlos Breda, passa assim a comercializar e a prestar apoio técnico nas gamas mais avançadas da Fluke de câmaras de imagens térmicas, ScopeMeters, analisadores de qualidade de energia, entre outros equipamentos.





Unidades hoteleiras Accor vão ficar à luz das velas

9 02 2010

Os hotéis da Accor em Portugal (Sofitel, Novotel, Mercure e Ibis) vão associar-se, no dia 12 de Fevereiro, à 6.ª edição da campanha ‘Menos Iluminação’, lançada pela estação italiana RAI Radio 2. O objectivo é «sensibilizar as populações para a poupança de energia».

Nessa data, entre as 17 e as 18 horas, todas as unidades deste grupo vão reduzir o consumo de energia, contudo «sem prejudicar o bem-estar e a segurança dos respectivos hóspedes», garante a Accor. Durante esse período, além da redução da iluminação, os hóspedes serão confrontados com ambientes «iluminados a velas».

Com esta iniciativa, a RAI Radio 2 «pretende demonstrar que existem fórmulas alternativas de iluminação tão eficazes como a energia eléctrica», além de querer fazer um «apelo simbólico ao uso de energias renováveis num quadro de desenvolvimento sustentável».





Quercus alerta para emissões poluentes na produção de energia para carregar carros eléctricos

8 02 2010

A Quercus publicou as conclusões de um relatório sobre veículos eléctricos que apontam o «aumento das emissões de dióxido de carbono, provocado pelo excesso de veículos eléctricos em circulação». A única maneira de impedir este cenário é, segundo a organização ambiental, garantir o abastecimento dos veículos com «energia verde».

O relatório foi preparado para as associações ambientalistas Amigos da Terra – Europa, Greenpeace e TE (Federação Europeia dos Transportes e Ambiente), da qual a Quercus faz parte, que avisam os governos europeus de que é preciso estabelecer «metas de energias renováveis na produção de electricidade» que assegurem que os veículos eléctricos terão mesmo emissões zero.

O relatório da autoria da consultora Holandesa CE Delft é publicado numa altura em que os Ministros da Indústria da União Europeia (UE) se preparam para anunciar um Plano de acção Europeu para os Veículos Eléctricos na sua reunião informal a 9 de Fevereiro a decorrer em San Sebastián, Espanha.

Segundo a Quercus, este é um estudo que identifica «lacunas graves» na legislação Europeia que regula as emissões poluentes dos carros. Uma delas tem que ver com a autorização que possibilita aos «construtores automóveis compensarem a venda de veículos eléctricos com a venda de veículos mais poluentes, que escapam aos limites de emissão definidos na legislação».

Na prática isto traduz-se no seguinte: «Por cada carro eléctrico vendido, os construtores automóveis beneficiam de 3,5 supercréditos, ou seja a permissão de venda de 3,5 carros altamente poluentes, sem que as emissões desses veículos sejam contabilizadas no cálculo das emissões médias desse construtor (usadas para efeito de cumprimento dos limites de emissão». No relatório pode ler-se que o resultado desta lacuna é o seguinte – a venda de 10% de veículos eléctricos pode levar a um aumento de 20% no consumo de combustível e emissões de carbono no sector automóvel.

Face a estes resultados, as organizações ambientalistas querem que estas falhas legislativas sejam corrigidas e esperam que todos os veículos eléctricos vendidos no mercado Europeu venham« dotados de uma tecnologia de abastecimento inteligente que permita que a energia usada para carregar as baterias seja sobretudo proveniente de fontes renováveis – como a eólica e a solar».

Francisco Ferreira critica os incentivos do Governo aos carros eléctricos e alerta para as emissões poluentes da produção de energia para fazer os carregamentos.

À margem deste estudo, a Quercus considera ainda que o incentivo previsto no Orçamento de Estado 2010 para compra de carros eléctricos tem valores exagerados. «Os 36,5 milhões de euros de apoio previsto a cinco mil veículos eléctricos, a que se deve acrescentar a receita perdida em Imposto sobre Veículos e Imposto Único de Circulação, parece-nos demasiado. São 5 mil euros de incentivo, mais 1500 se for entregue um veículo para abate e ainda 803 na rubrica relativa à aquisição de equipamentos de energias renováveis».

Opiniões em discurso directo
Francisco Ferreira, dirigente da Quercus: «Vemos nos veículos eléctricos um enorme potencial para reduzir a poluição do ar e as emissões de carbono, mas este relatório vem chamar a atenção para a óbvia necessidade de assegurar que a energia com que carregamos os nossos veículos é verdadeiramente limpa. Portugal tem feito um esforço significativo na produção de electricidade de origem renovável, mas não tem sido transparente na comunicação pública do seu peso relativo, exagerando nas contas».

Sonja Meister, colaboradora da Amigos da Terra – Europa: «Os carros eléctricos podem fazer parte da mudança para um sistema de transportes sustentável, mas precisam de ser acoplados com um compromisso que assegure que são abastecidos com energias renováveis».

Franziska Achterberg, reponsável pela Política Europeia de Transporte da Greenpeace: «Precisamos de veículos eléctricos inteligentes a interagir com redes eléctricas inteligentes para que os carros sejam abastecidos com energia limpa. Veículos eléctricos e redes eléctricas com tecnologias banais apenas vão conduzir a um aumento da procura de energia produzida a partir de carvão e nuclear, conduzindo-nos para longe de um futuro energético sustentável».

Nusa Urbancic, membro da TE: «Tal como qualquer carro hoje vendido tem um contador que indica quanto quilómetros percorreu, qualquer carro eléctrico no futuro precisa de um contador de electricidade inteligente, que diga quanta electricidade consumiu e, ainda melhor, quanta dessa electricidade foi produzida a partir de fontes renováveis. Compete à UE assegurar que todos os carros vendidos na Europa são dotados da tecnologia que permita evitar este cenário».