INESC Porto no pontapé de saída da rede de mobilidade eléctrica

22 04 2010

O INESC Porto (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto) e o Fundo de Apoio à Inovação (FAI) assinam, na próxima segunda-feira, dia 26 de Abril, pelas 16h30, o projecto Reive (Redes eléctricas inteligentes com veículos eléctricos).

A cerimónia de assinatura do contrato, no valor de 2,6 milhões de euros, conta com a presença do secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, e dos parceiros industriais do projecto: REN, EDP Distribuição, Efacec, Contar, Logica e Galp Energia. «Com o arranque do Reive, Portugal passa a ser líder tecnológico mundial em mobilidade eléctrica e redes eléctricas inteligentes», garante o INESC.

No seu conjunto, os parceiros da indústria portuguesa financiam o projecto em 500 mil euros, devendo integrar os resultados obtidos pelo Reive no desenvolvimento dos bens e serviços de base tecnológica que oferecem.

Mudar o paradigma de mobilidade actual e contribuir para a redução das emissões de C02 na atmosfera ao criar condições para uma efectiva massificação de veículos eléctricos e micro-geração são dois objectivos que o projecto Reive pretende atingir. Liderado pelo INESC Porto, este projecto propõe a «progressiva integração de sistemas de micro-geração e de veículos eléctricos na rede eléctrica, garantindo uma eficiente exploração da rede eléctrica».

Ao estudar a utilização progressiva e tecnicamente sustentada de veículos eléctricos em conjunto com a exploração integrada de energias renováveis, nomeadamente as energias solar fotovoltaica e eólica, o Reive vai ainda contribuir para a «prossecução dos objectivos da política energética nacional».

Dado o alinhamento deste projecto com os objectivos da política energética nacional, que privilegia as áreas das energias renováveis, nomeadamente a energia eólica, o Fundo de Apoio à Inovação (criado em Dezembro de 2008 pelo Ministério da Economia e da Inovação) vai co-financiar o projecto Reive em 50% dos custos.

Entre os projectos energéticos assumidos pelo INESC Porto destacam-se o More Microgrids (2006), na área de micro-geração de electricidade, o InovGrid (2008), que desenvolveu um sistema de telecontagem inteligente, ou, mais recentemente, o MERGE – Mobile Energy Resources for Grids of Electricity (2009), que vai preparar o sistema eléctrico europeu para a massificação da utilização de veículos automóveis eléctricos. O Reive terá, inclusivamente, uma forte ligação ao já referido InovGrid e ao Mobi.e (2009).





Espanha vai adoptar Plano Integral para Veículos Eléctricos

30 03 2010

Depois de o Governo português ter demonstrado a aposta nos carros eléctricos (veja-se a Estratégia Nacional para a Energia), chega agora a vez de Zapatero apresentar uma estratégia para este tipo de veículo.

No documento que irá ser apresentado durante a próxima semana em Espanha, o Governo traça o objectivo de ter 250 mil carros eléctricos nas estradas até 2014, revela a agência EFE. Destes 250 mil, cerca de 85 por cento devem pertencer a empresas e o restante a particulares, espera Zapatero.

Tal como em Portugal, esta plano estratégico direccionado para os carros ecológicos prevê incentivos fiscais a quem optar pela aquisição de um carro que, em vez de movido a gasolina ou diesel, funcione com baterias eléctricas.

Além disto, o Governo quer ainda propor a criação de uma nova tarifa eléctrica para aproveitar as horas ideais para recarregar as baterias dos carros e para que a rede eléctrica espanhola tenha um melhor rendimento. Isto justifica-se pelo facto de o Governo considerar que a entrada em “cena” dos veículos eléctricos vai exigir uma maior procura de electricidade.

O plano inclui ainda um Acordo Voluntário para os produtores de energia, que prevê a oferta de tarifários com discriminação horária dedicados aos utilizadores de veículos eléctricos, e propostas para a criação de estações e postos de carregamento.

Neste ponto, o objectivo do Governo espanhol é ter, em 2014, 62 mil postos de carregamento em habitações particulares, 12 mil em parques de estacionamento públicos, 263 mil em parques de estacionamento para frotas de carros e 6300 nas vias públicas.

O projecto de mobilidade eléctrica parece ser estar ainda mais consolidado em Espanha pelo acordo assinado hoje entre o presidente da aliança Renault-Nissan, Jean Pierre Laurent e a presidente da eléctrica Acciona, Carmen Becerril. O objectivo, segundo os dois responsáveis, é «contribuir para promoção do veículo eléctrico».





20 medidas energéticas para desenvolver o País, segundo o Governo

30 03 2010

1
Confirmar a posição de Portugal entre os cinco líderes europeus ao nível dos objectivos em matéria de energias renováveis em 2020. O Governo quer ainda actualizar e racionalizar toda a legislação do sector das renováveis, integrando-a num só diploma.


2 Assegurar a duplicação da capacidade de produção de energia eléctrica até 2020, eliminando importações (actualmente cerca de 20 por cento do consumo), desactivando as centrais mais poluentes e acomodando o aumento de procura.

3
Aterros e instalações pecuárias a partir de determinada dimensão, têm de ser alvo de projectos para analisar a viabilidade de instalação de sistemas para fazer aproveitamento energético.

4
Continuar a promover a concorrência dos mercados da energia e a transparência dos preços (electricidade, gás natural, combustíveis), designadamente no quadro do MIBEL e do MIBGÁS.


5 O Governo quer criar condições para que Portugal e a Península Ibérica possam ser uma “porta de entrada” de gás para abastecimento da Europa. Para isso, está em cima da mesa a discussão de uma infra-estrutura estratégica de armazenamento de gás natural com capacidade superior a mil milhões de metros cúbicos.

6
Terminar, a prazo, com a comercialização de lâmpadas incandescentes de baixa eficiência energética.

7
A rede inteligente de distribuição de electricidade vai ter de cobrir 50 por cento dos consumidores nacionais até 2015 e 80 por cento até 2020.


8 Avançar com uma nova fileira na área da geotermia (250MW) até 2020 e valorizar o Centro de Biomassa para a Energia, acrescentando a sua vertente de observatório nacional e envolvendo as empresas do sector na sua gestão.

9
Continuar a produzir torres eólicas e sistemas de gestão dos parques correspondentes, bem como cabos de alta tensão e transformadores de última geração. Além da energia do vento, é também obrigatório reforçar a capacidade de produção no solar térmico e fotovoltaico, promover engenharia e fomentar a construção de barragens. Aliado é isto, o Governo quer criar fileiras industriais e de investigação e desenvolvimento nestas áreas.

10
Está previsto consolidar a aposta na energia eólica, com o aumento para 8500MW até 2020, incluindo o mapeamento e aproveitamento de áreas marítimas com potencial de exploração eólica off-shore e a produção por minieólicas.

11
No que respeita à energia hídrica, o Governo quer assegurar a implementação do Plano Nacional de Barragens e a identificação de possíveis aumentos de potência em empreendimentos já existentes. Criar um novo plano nacional para o desenvolvimento de mini-hídricas, com o objectivo de aumentar em 50 por cento a capacidade actual (hoje cerca de 500MW), maximizar a ligação entre a energia hídrica em barragens reversíveis e a exploração articulada com a energia eólica, está também na agenda de S. Bento.

12
Até 2020, multiplicar por dez a meta actual de energia solar (de 150 para 1500 MW), através de uma política integrada para as diferentes tecnologias do solar (fotovoltaico, solar térmico, CSP, filmes finos), com base num modelo de desenvolvimento da respectiva fileira industrial.


13 Tornar obrigatório que todos os novos edifícios construídos em Portugal tenham a classificação energética mínima de B e incentivar os cidadãos à efectiva melhoria do comportamento energético das suas habitações.

14
Prosseguir a certificação energética dos edifícios públicos e a correcção ou alteração daqueles que se revelarem muito ineficientes ou desperdiçadores de energia.

15
Lançar um amplo programa de microgeração em equipamentos públicos, como escolas, centros de saúde, quartéis, etc e simplificar os processos e procedimentos associados a este modelo de produção, facilitando a adesão dos cidadãos, empresas e entidades do terceiro sector.

16
Para Sócrates, Portugal tem de se estabelecer na fronteira tecnológica na área das renováveis, nomeadamente em tecnologias para apoiar o lançamento de redes de automóveis alimentados por baterias de ião de lítio laminadas, assentes numa rede inteligente de distribuição.

17
Garantir a criação de uma rede piloto para a mobilidade eléctrica em Portugal, que assegure uma cobertura adequada para o lançamento deste modelo, e criar um enquadramento regulamentar para a introdução e operação de pontos de carregamento em edifícios novos e existentes. Isto servirá de incentivo a que os particulares incluam postos semelhantes nas suas habitações.


18 Assegurar, até 2015, que 50 por cento dos veículos comprados pelo Estado sejam híbridos ou eléctricos e que, até 2020, 750 mil dos veículos em circulação sejam veículos híbridos ou eléctricos.

19
Manter o programa de incentivos ao abate de veículos em fim de vida e reforçá-lo com um incentivo de cinco mil euros, para os particulares, e com um benefício de 50 por cento em sede de IRC, para as empresas, no caso de serem adquiridos veículos eléctricos.

20
Reafirmar as metas nacionais de antecipação do cumprimento da meta europeia de incorporação de biocombustíveis, estabelecida para 2020, e impulsionar a conversão de veículos para GPL ou gás natural.





Eaton prevê crescimento do mercado de veículos híbridos

30 03 2010

Camiões e autocarros para transporte colectivo de passageiros são actualmente das maiores fontes de emissões mundiais de dióxido de carbono.

Como resultado, um grande número de cidades a nível mundial está já a planear converter as suas frotas de transportes públicos em veículos híbridos. Estes veículos combinam o motor a diesel com um motor eléctrico e, adicionalmente, recuperam parte da sua energia de travagem, armazenada em baterias de iões de lítio.

«O mercado dos autocarros híbridos está a crescer rapidamente», acredita Craig Arnold, vice-presidente do sector industrial da Eaton, empresa que fornece discos híbridos (hybrid drives) para veículos comerciais.

«O exemplo mais importante é Londres. Mas também na China e na Índia, um grande número de cidades está a considerar a compra de autocarros híbridos. Na Alemanha, também, as negociações estão em curso», confirmou o mesmo responsável. Neste país, o teste decorre em Hamburgo, onde circulam actualmente dez autocarros híbridos da Daimler.

Em Dresden, outra cidade alemã, os modelos do fabricante polaco Solaris (para os quais a Eaton fornece o sistema de disco), estiveram em teste desde 2007. «Podemos beneficiar com esta transição, pois somos das maiores empresas a fornecer os sistemas de accionamento híbrido para estes veículos», assegura Craig Arnold.

O maior projecto do género está a ser executado em Londres, onde a empresa de transportes da cidade, lançou um concurso com o objectivo de transformar toda a sua frota de transportes públicos em veículos híbrido já a partir do início de 2012.

A fase piloto está em andamento e o número de autocarros híbridos em teste deverá aumentar cinco vezes (passando a trezentos) durante 2011. Cerca de nove mil autocarros devem ser substituídos, sendo que a cidade prevê adquirir 1500 novos veículos para os Jogos Olímpicos em 2012. Os autocarros híbridos utilizados em Londres, até à data são fabricados por Alexander Dennis Limited, Optare, Volvo e pelo The Wright Group.

Na Europa, a Eaton fornece o sistema de disco para o modelo híbrido Urbino do fabricante polaco Solaris, e desde 2008 que a empresa têm também vindo a trabalhar com a Daimler, a DAF e com a Iveco de Turim, do grupo de veículos comerciais da FIAT. «Acreditamos que os veículos híbridos comerciais na Europa têm um grande potencial no mercado de massas», referiu Arnold Craig.

No entanto, para que o mercado de veículos híbridos comerciais «possa crescer», os «incentivos estatais para a compra bem como um bónus para o abate, são absolutamente necessários», avisou o responsável da Eaton.

O Ministério Federal do Ambiente alemão disponibilizou, no seu segundo pacote de estímulos económicos do Plano de Desenvolvimento Nacional, vinte milhões de euros para a compra de autocarros híbridos na Alemanha. O governo britânico está a subsidiar a transição para autocarros híbridos até 2011, com um financiamento de trinta milhões de libras.

De acordo com dados fornecidos pela própria empresa, as suas vendas e tecnologia eléctrica para camiões, carros e aviões chega aos doze mil milhões de dólares.





Aveiro vai receber a fábrica de baterias eléctricas da Renault-Nissan

9 12 2009

O Governo anunciou ontem que a fábrica de baterias para carros eléctricos do consórcio Renault-Nissan vai ficar em Aveiro, mais concretamente na Companhia Aveirense de Componentes para a Indústria Automóvel (CACIA), unidade fabril que já produzia componentes para esta joint-venture. O início das obras está marcado para o Outono de 2010.

A data marcada para o início das operações está marcada para 2012, altura em que a CACIA vai começar a produzir baterias de iões de lítio e os respectivos módulos.

Aveiro ganha, assim, a corrida a Sines e Estarreja, localidades que também estavam na mira da Renault-Nissan e do Governo para implementar a fábrica de baterias para carros eléctricos, que representa um investimento de 160 milhões de euros, mas que pode chegar aos 250 numa fase posterior.

Carlos Ghosn, presidente executivo do consórcio, confirmou ontem em entrevista à RTP que a decisão em manter a aposta na CACIA se deveu aos apoios financeiros e fiscais que o Estado português apresentou. O recurso aos fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) é outra das possibilidades.

As novas instalações vão ocupar um lote de 20 mil metros quadrados nas imediações da CACIA e terão uma capacidade de fornecimento na ordem das 50 mil baterias por ano. A nova fábrica vai ser ainda responsável pela criação de mais 200 postos de trabalho especializados, que se juntam aos 1100 actuais da CACIA.

Portugal vai ser, assim, um dos cinco países com uma fábrica deste género, a que se juntam Reino Unido, Japão, França e Estados Unidos.





Carros eléctricos avançam em definitivo

3 12 2009

O Conselho de Minsitros aprovou hoje o decreto-lei que estabelece o regime jurídico da mobilidade eléctrica, aplicável à organização, acesso e exercício destas actividades em Portugal Continental, bem como as regras destinadas à criação de uma rede piloto para a mobilidade eléctrica.

Este diploma regula a organização, acesso e exercício das actividades relativas à mobilidade eléctrica, estabelecendo, igualmente, as regras destinadas à criação de uma rede piloto para a mobilidade eléctrica, tendo em vista a introdução e massificação da utilização do veículo eléctrico a nível nacional.

Segundo o governo, este passo «posiciona Portugal como pioneiro na adopção de novos modelos para a mobilidade, sustentáveis do ponto de vista ambiental, que optimizem a utilização racional de energia eléctrica e que aproveitem as vantagens da energia produzida a partir de fontes renováveis»

A rede de abastecimento de energia para veículos eléctricos vai basear-se num sistema que utiliza um cartão pré-pago para carregar o carro num posto próprio.

O Decreto-lei cria, ainda, um subsídio de 5 mil euros para a aquisição, por particulares, de veículos automóveis eléctricos, o qual poderá atingir os 6500 euros no caso de haver simultaneamente abate de veículo automóvel de combustão interna. O Governo prevê, também, ainda adoptar outras medidas nesta área, como a fixação de majoração de custo em sede de IRC, em aquisições de frotas de veículos eléctricos pelas empresas, em termos a definir.





Carros eléctricos na “pista” do INESC

9 11 2009

carroselec3

Este organismo português de ensino é o líder científico do projecto MERGE (Mobile Energy Resoures for Grids of Electricity) – o maior programa de investigação com financiamento da EU. O objectivo é preparar o sistema eléctrico europeu para a massificação da utilização de veículos automóveis eléctricos.

E se amanhã, em vez de encher o depósito do carro com gasolina ou gasóleo, carregasse a bateria directamente na sua garagem? Esta pergunta é feita pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC), que agora se encontra empenhado no desenvolvimento de um projecto para «encontrar soluções que minimizem a necessidade de reforço de infra-estruturas das redes eléctricas e dos sistemas electroprodutores, de modo a evitar sobrecustos que teriam que ser suportados pelos utilizadores dos veículos eléctricos», esclarece fonte deste organismo.

Com um orçamento de 4,5 milhões de euros, o MERGE acredita que a massificação dos veículos eléctricos assenta no «carregamento nocturno», altura em que «a rede eléctrica tem maior disponibilidade».Deste modo, o INESC refere que a viabilidade deste «novo paradigma de mobilidade» está dependente deste factor, bem como da «disponibilidade de recursos energéticos renováveis para a produção de electricidade».

Enquanto líder científico do MERGE, o INESC Porto anunciou que vai contribuir para a «construção de um sistema inteligente que adapte os carregamentos das baterias dos veículos eléctricos à disponibilidade dos recursos energéticos e da infra-estrutura das redes eléctricas», tendo em conta as características dos sistemas eléctricos europeus.

carroselec2

Na lista de acções do MERGE estão também algumas estratégias para contornar o «congestionamento da rede e as dificuldades dos centros produtores em alimentarem os acréscimos de consumo de electricidade. De acordo com o INESC, estes cenários são vistos como «problemas técnicos» e «eventuais barreiras» para a massificação do carro eléctrico.

Modelos de negócio para carregar baterias
O MERGE está também atento à situação em Portugal, sendo que o INESC aqui pode actuar com mais conhecimento de causa. Para já, o sistema electroprodutor português é caracterizado pelos líderes do projecto como tendo uma «forte componente renovável», pelo que poderá «assegurar a produção de mais electricidade a partir de fontes de energia verdes».

Portugal é, assim, visto como um país-modelo para a implementação de carros eléctricos: «Este tipo de os veículo pode ser mais amigos do ambiente do que em outros países, nomeadamente na Europa Central, que está fortemente dependente de combustíveis fósseis para a produção de electricidade.

Uma das linhas orientadoras do MERGE consiste em minimizar a necessidade de investimento no reforço das infra-estruturas da rede eléctrica existente, bem como do parque produtor de energia eléctrica. «Evitam-se, desta forma, também um conjunto de sobrecustos que acabariam por ter que ser suportados pelos utilizadores dos veículos eléctricos».

carroselec1

Segundo o INESC, esta nova realidade implica a emergência de dois novos modelos de negócio no mercado energético: «Substituição rápida /carregamento rápido de baterias (em estações de serviço especiais que terão que ser entretanto criadas para servir os novos veículos eléctricos) e carregamento lento de baterias (em parques públicos, privados ou mesmo nas casa do cidadão comum)».

O consórcio do projecto MERGE, o maior projecto de investigação europeu do 7.º Programa-Quadro (2007-2013) destinado a avaliar o impacto no sistema eléctrico de uma utilização em larga escala de veículos eléctricos na Europa, envolve 16 empresas e instituições de IDT europeias e o MIT (EUA). Neste projecto participa também a REN – Redes Energéticas Nacionais.