Engenharia de Redes de Comunicação com 100% de empregabilidade

11 05 2010

Num País onde a taxa de desempregados parece subir todos os dias, ainda há profissões que garantem um futuro estável e de sucesso. É o que acontece com os Engenheiros de Redes de Comunicações, que apresenta uma «empregabilidade de 100 por cento», refere o Instituto Superior Técnico.

Este mestrado do IST garante, assim, emprego a «todos os alunos finalistas» e foi reconhecido recentemente pela Ordem dos Engenheiros e pela associação ENAEE – European Network for Accreditation of Engineering Education com a Marca de Qualidade EUR-ACE.

Segundo o IST, isto demonstra o «seu prestígio e relevância no âmbito da área das Redes de Comunicação e da Engenharia da Internet em Portugal».

O Mestrado em Engenharia de Redes de Comunicação é também um veículo para o empreendedorismo, uma vez que vários alunos «iniciaram start ups» no decorrer da sua formação, em áreas como planeamento de redes, consultoria de TI e desenvolvimento de soluções na vanguarda da tecnologia.

Com uma grande procura de recursos desta área no mercado, Alcatel-Lucent, PT Comunicações, Nokia Siemens Networks, Sonaecom, Novabase e Deloitte são algumas das empresas que apostam no recrutamento de Mestres em Engenharia de Redes de Comunicação.





Projecto de energias renováveis em estações base garante prémio à Alcatel-Lucent

29 03 2010

A Alcatel-Lucent anunciou que o seu Alternative Energy Program for Global Green Telecommunications (Programa de Energias Alternativas para as Telecomunicações Ecológicas Globais) venceu a campanha 2010 da Comissão Europeia Energia Sustentável para a Europa, na categoria ‘Compromissos Voluntários para a Transformação do Mercado’.

«A candidatura da Alcatel-Lucent salientou o seu programa de desenvolvimento e construção de estações-base de telecomunicações móveis fornecidas com energias alternativas, como a energia solar, eólica e pilhas de combustível», sublinha a empresa.

Segundo a Alcatel-Lucent, este programa, anunciado pela primeira vez em Fevereiro de 2009, foi concebido para permitir aos fornecedores de serviços de telecomunicações «alargar o âmbito dos seus serviços móveis até áreas não abrangidas pela rede eléctrica», tornando assim possível que «mais de mil milhões de pessoas que ainda se encontram privadas desta ferramenta vital para o desenvolvimento económico e social possam aceder a serviços de comunicações telefónicas e de banda larga».

Este programa também vai possibilitar aos fornecedores de serviços em regiões desenvolvidas «fazer evoluir as suas estações-base sem fios», de modo a «tirar partido dos avanços nas tecnologias em matéria de energias alternativas», garante a empresa.

O programa da Alcatel-Lucent está a desenvolver a sua primeira solução verdadeiramente industrial, pronta a utilizar em grande escala, de modo a que seja possível abranger um mercado estimado em cerca de cem mil estações-base móveis que, entre 2010 e 2012, poderiam ser abastecidas com soluções de energias alternativas, representando uma poupança inicial de cerca de sete milhões de toneladas de dióxido de carbono.

«Na medida em que o crescente tráfego de telecomunicações requer um aumento de energia, e que o transporte de electricidade e as redes de distribuição se vêem confrontados com desafios crescentes, que as tecnologias de informação e comunicações podem ajudar a resolver, estes dois sectores essenciais – a energia e as telecomunicações – têm muito a ganhar se colaborarem entre si», considera Jean-Philippe Poirault, presidente do departamento de Actividades de Redes e Integração de Sistemas da Alcatel-Lucent.

O programa inclui o Alternative Energy Laboratory (Laboratório de Energia Alternativa) e a Pilot Station (Estação Piloto) da Alcatel-Lucent, a primeira instalação mundial deste tipo para o mercado das telecomunicações.

Além da investigação avançada, a Alcatel-Lucent está ainda a desenvolver um plano de desenvolvimento plurianual, para permitir aos seus clientes de telecomunicações beneficiar das melhores soluções possíveis em termos de energias alternativas.

Ao tirar partido do conjunto de serviços no âmbito das energias sustentáveis, a Alcatel-Lucent proporciona serviços de consultoria, para «ajudar os operadores a elaborar um plano de desenvolvimento completo, adaptado ao seu ambiente específico, tendo em conta a gestão da concepção, o dimensionamento, a instalação, a transformação e a integração de toda a rede, para alcançar novos desenvolvimentos ou fazer evoluir programas de quaisquer estações-base».





Resolver problemas de transmissão em redes ópticas é o objectivo da Alcatel-Lucent

5 01 2010

A Alcatel-Lucent anunciou ter aumentado a sua gama de redes ópticas para permitir que os operadores lidem «de um modo automático e eficiente em termos da relação qualidade preço, com as incapacidades de transmissão». Segundo a empresa, este problema torna-se «extremamente grave» quando as velocidades são superiores a «100 gigabits por segundo».

No teste levado a cabo em Espanha, a Alcatel-Lucent comprovou «com êxito a funcionalidade de uma detecção coerente da próxima geração», num ensaio onde se atingiram velocidades de 112 Gbit/s, numa ligação de fibra óptica de elevado tráfego já existente. O teste foi igualmente feito numa rede da Telefonica (operadora de telecomunicações do país vizinho), durante o qual o tráfego live foi «transmitido ao longo de mais de 1088Km», entre quatro cidades de Espanha.

O objectivo da empresa é criar um novo modelo de comunicação que atenue as «tensões causadas pelas aplicações de banda larga de alta velocidade», mantendo ao mesmo tempo «um nível de desempenho superior».

Em Portugal as instalações de fibra óptica seguem as normas ITED, cujas especificações podem ser encontradas no site da Anacom.