Lisboa e Porto são alvos para estudar sustentabilidade urbana

24 11 2009

As cidades de Lisboa e Porto vão integrar o grupo de sete metrópoles a nível mundial sobre o qual investigadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e de Portugal vão estudar metodologias inovadoras para quantificar e estimular o nível de sustentabilidade relativa dos centros urbanos. Esta iniciativa foi apresentada hoje no Fórum sobre cidades sustentáveis na Câmara Municipal de Lisboa, no âmbito das iniciativas organizadas por ocasião da visita a Portugal da presidente do MIT, Susan Hockfield.

O Fórum foi iniciado pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Salgado, e incluiu uma intervenção de Manuel Heitor, Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. O programa contemplou ainda um debate com a participação de investigadores portugueses e do MIT, assim como dos vereadores da Câmara Municipal de Lisboa e das Agências de Energia de Lisboa e do Porto.

A propósito da análise comparativa de sustentabilidade em diversas cidades do mundo, a Rede de investigação apresentada durante o Fórum visa fomentar a discussão sobre formas de apoio à decisão dos responsáveis políticos em matéria de concepção, teste e implementação de novas políticas ambientais, a par da difusão de novos conhecimentos junto dos cidadãos para captar o seu empenhamento e melhor compreensão relativamente às questões de sustentabilidade.

A presença do MIT em Portugal tem estado centrada em três principias áreas temáticas: sistemas sustentáveis de energia e transportes, desenvolvimento de novos produtos, incluindo os que estão associados a formas de motorização eléctrica, e as novas terapias médicas, incluindo as que recorrem às células estaminais e à engenharia de tecidos.





Hospital de Cascais vai ter “dedo” da Monofásica

24 11 2009

A Monofásica, empresa especializada em instalações eléctricas e AVAC, foi seleccionada para fazer a instalação eléctrica do Novo Hospital de Cascais, unidade que está a cargo do agrupamento Hospitais Privados de Portugal/Teixeira Duarte e que deve entrar em funcionamento em 2010.

O futuro Hospital de Cascais situar-se-á junto ao nó de Alcabideche da A5 e do futuro IC 30, muito perto da Via Longitudinal Norte e da 3ª Circular. A Monofásica inorma que este centro hospitalar vai contar com cerca de 250 camas, urgência médico-cirúrgica, maternidade e unidade de cuidados intensivos.

Esta será assim, mais uma «obra emblemática» a juntar a outras no portfólio da Monofásica, onde se pode ver o Hotel e Centro de Escritórios Art’s no Parque das Nações, o Novo Estádio da Luz, o Hospital Privado dos Lusíadas, o El Corte Inglés de Vila Nova de Gaia, o Hotel Quinta da Ria em Tavira, o Hotel Grand VIP em Lisboa e o W Shopping em Santarém.

A Monofásica tem o seu processo de Gestão da Qualidade certificado pela SGS de acordo com a NP EN ISO 9001:2000 no âmbito do Projecto, Instalação e Manutenção de Sistemas Eléctricos, Telecomunicações, Sistemas de Segurança e AVAC.

Principais números do Hospital de Cascais
Área útil total: 28 281 m2
Área bruta de construção: 45 863 m2
Área de terreno: 83 454 m2
Área de implantação: 11 746 m2
Nº de pisos acima da cota de soleira: 6 Pisos
Nº de lugares de estacionamento: 864
Área do piso técnico: 3 734 m2





Tecnologia portuguesa alia vidro a madeira para garantir eficiência energética. E vence o prémio BES Inovação.

23 11 2009

O projecto Energetic Modular Technology (Et³), que explora a aplicação estrutural conjunta da madeira e do vidro com características energéticas no âmbito da construção sustentável, venceu a 5.ª edição do prémio BES Inovação na categoria ‘Energias’.

A tecnologia Et³ implicou «três anos de investigação» e foi desenvolvida pelo arquitecto José Pequeno em parceria com o Grupo DST (Domingos da Silva Teixeira) e a Universidade do Minho. Para este responsável, esta distinção é um «empurrão decisivo para o sucesso da implementação e comercialização da tecnologia a nível nacional e internacional», uma vez que torna Portugal no «primeiro país do mundo» a utilizar madeira e vidro com estes fins.

Agora, segue-se um período onde os responsáveis pelo projecto vão avaliar as condições de comercialização desta tecnologia energética modular. Contudo, já existem algumas certezas: o investimento vai ser de cerca de dois milhões de euros e a produção em série deve começar em Julho de 2011 por uma empresa criada para o efeito: a TGlass.

No primeiro ano de actividade, a nova empresa espera obter vendas no valor de 6,9 milhões de euros e um resultado líquido de cerca de 144 mil euros, sendo que, quatro anos depois, estes valores deverão evoluir para oito milhões de euros e 521 mil euros, respectivamente.

«O objectivo é comercializar o produto, primeiro no mercado externo, mais receptível à construção sustentável, e depois em Portugal», confirma fonte ligada ao Et³.

De acordo com as entidades envolvidas no projecto, não existe ainda a comercialização de qualquer sistema estrutural misto madeira-vidro ou estrutural pré-fabricado com propriedades energéticas, pelo que, segundo as mesmas, estamos na presença de uma «tecnologia emergente».

Como funciona a tecnologia Et³
No painel de madeira e vidro estão integrados, simultaneamente, sistemas solares passivos e activos, que garantem a eficiência energética do espaço em que são inseridos e operam de modos distintos consoante as quatro estações do ano. A inovação do projecto reside na união estrutural entre a madeira e o vidro através de uma tecnologia de colagem denominada ‘tglassbond’ (timber-glass strutural bonding system), através da qual a capacidade mecânica deste sistema misto é substancialmente superior ao somatório dos comportamentos individuais dos dois materiais isolados, o que atesta a sua capacidade estrutural.





JSL apresenta novidades

23 11 2009

Novas calha técnicas, ligadores rápidos e um ATI preparado para comunicações de fibra óptica são os mais recentes produtos comercializados pela JSL. As calhas destinam-se a instalações eléctricas e são compatíveis com aparelhagem de manobra, redes estruturadas e telecomunicações em «ambientes industriais e domésticos», refere a empresa.

À esquerda, as novas calhas técnicas; à direita, os ATI Fibra da JSL.

Entre as principais vantagens desta calha estão o facto de ser universal (aceita todos os tipos de aparelhagem 45×45), de ter uma gama completa de acessórios modulares e de ângulos variáveis adaptados às imperfeições das paredes, de estar de acordo com a Norma EN50085-2-1, com os regulamentos de segurança de instalações eléctricas RTIEBT e com o regulamento de telecomunicações ITED e de poder ser usada com um só canal (monobloco) ou dois canais diferenciados (separação de correntes fracas e correntes fortes) usando separador central.

Das calhas, passamos para os novos ATI Fibra que já estão em conformidade com o futuro regulamento ITED e ITUR. Ao explorar «todas as possibilidades da nova tecnologia de fibra óptica» e ao «oferecer um nível de qualidade Classe E (categoria 6)», a JSL apresenta um equipamento «totalmente retrocompatível com as caixas de ATI (fundos) usadas na sua actual gama (Ref. 71G).

Assim, todos os fundos já instalados que tenham esta referência, podem receber o novo painel do ATI Fibra. «Além da enorme economia de custos, a utilização deste fundo como caixa de apoio do ATI (CATI), torna o novo armário extremamente compacto e agradável», assegura a JSL.

A mais recente gama de ligadores JSL tiram partido de um novo método de encaixe.

Finalmente, a empresa apresentou mais ligadores rápidos para fio rígido. Estes pequenos elementos são transparentes (amarelo esverdeado para fio terra e azulado para fio neutro), incluem um novo encaixe e são produzidos em material auto-extinguível, «cumprindo todas as normas aplicáveis e com garantia de cinco anos», explica a JSL.
Segundo a marca, os novos ligadores permitem, também, «uma melhor arrumação dentro da caixa de derivação, uma instalação mais segura e facilitada, com lâminas do ligador metálico em aço inox e latão estanhado para total resistência à humidade».





EDP prepara-se para ser o segundo maior operador em energia eólica nos EUA

19 11 2009

António Mexia, presidente da EDP, anunciou ontem que a EDP Renováveis vai investir 2,70 mil milhões de euros na produção de energia eólica em solo norte-americano. O objectivo passa por ter, em 2012, 4,5GW de potência instalada, um aumento que significa quase o dobro dos valores actuais (2,5GW).

Se isto se vier a confirmar, a EDP Renováveis passa a ser o segundo maior operador em energia eólica nos EUA, visto que actualmente ocupa a terceira posição.

O investimento será fornecido em duas partes idênticas: metade pela Administração Obama e a outra metade pela própria EDP. A isto não deve ser alheio o facto de a EDP ter recentemente feito um empréstimo em obrigações no valor de 1,1 mil milhões de euros.

Os parques eólicos a criar pela EDP nos EUA vão, ainda, gerar cerca de cinco mil empregos em nove estados americanos: Oklahoma, Illinois, Indiana, Texas, Kansas, Oregon, Washington, Minnesota e Nova York.





Jornadas de Luminotecnia realizam-se no Sábado

18 11 2009

O encontro anual organizado pelo Clube dos 13 vai ter lugar no próximo Sábado, dia 21, a partir das 9:30 no Hotel Melia, na Aldeia dos Capuchos (Costa da Caparica).

A edição de 2009 das Jornadas vai receber especialistas do campo da iluminação, que vão debater problemáticas e temas relativos ao uso eficiente de luminárias.

Entre os temas debatidos vão estar a iluminação pública, LED, poupança de energia em edifícios de escritórios e iluminação cénica, entre outros.





Arte em turbinas eólicas

18 11 2009

A Agência Cascais Energia promove, até ao dia 22 de Novembro, no CascaiShopping, uma exposição de turbinas eólicas pintadas por alunos de escolas do concelho de Cascais.

Estas “obras de arte” foram criadas por alunos de escolas do 1º ciclo e do Ensino Pré-escolar, no âmbito do concurso ‘Pinta a tua turbina’, lançado em Maio deste ano pela Cascais Energia, e cujo objectivo foi «sensibilizar as crianças para a importância das energias renováveis e das alterações climáticas».

Os temas usados são alusivos à temática das energias renováveis, em especial, a energia eólica.